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CTG Brasil destaca mulheres que constroem suas carreiras no setor elétrico
A história de profissionais que escolheram o setor elétrico antes de o setor elétrico escolher a ela
Por Administrador
Publicado em 07/03/2026 06:22 • Atualizado 07/03/2026 06:23
ECONOMIA

 

JORNAL DA ILHA - Economia

Ilha Solteira - No setor elétrico brasileiro, cada vez mais mulheres constroem trajetórias marcadas por curiosidade, vocação e determinação. Algumas decidiram ainda na infância que queriam trabalhar em uma usina hidrelétrica; outras descobriram essa paixão durante os estudos técnicos. Histórias como as de Geicielle Aparecida Vaz, Laires de Arruda Viana, Ana Beatriz Silva e Hellen Bortoli mostram como a escolha pela área de energia pode nascer cedo — e se transformar em carreiras sólidas dentro da CTG Brasil.

Geicielle Aparecida Vaz estava na escola primária quando visitou uma hidrelétrica em excursão e saiu de lá com uma certeza. Levou anos para chegar lá — passou pelo comércio, estudou eletrotécnica, depois mecânica — mas não mudou de ideia. Hoje, com 32 anos e 10 anos de CTG Brasil, ela é técnica em manutenção mecânica na UHE Jupiá (MS), especialista em identificar falhas antes que os equipamentos apresentem qualquer sintoma visível. "Quando conseguimos atuar antes e prevenir uma quebra, eu ganho o dia", diz.

Laires de Arruda Viana lembra com precisão do momento: uma visita à uma hidrelétrica durante o curso técnico em Eletrotécnica. "Lembro perfeitamente da euforia e do encantamento ao ver aquela estrutura imponente", conta. Foram cinco anos tentando entrar no setor antes de ingressar na CTG Brasil em 2022, na UHE Salto (GO). Hoje, quatro anos depois, ainda sente a mesma emoção ao chegar ao trabalho. "Meus olhos brilham toda vez, como se fosse a primeira vez."

Ana Beatriz Silva, 27 anos, técnica em manutenção eletroeletrônica na UHE Rosana (SP), descobriu sua vocação pela lógica dos mecanismos — a paixão por "ver como cada peça se encaixa para gerar energia". Não foi um caminho sem resistência: houve "nãos", olhares desconfiados e momentos de dúvida. Mas a decisão de estar ali era dela. "Muitas vezes quis desistir, mas a gente se levanta, sacode a poeira e continua em frente", diz.

Hellen Bortoli, 25 anos, técnica de produção na UHE Garibaldi (SC), cresceu fascinada por eletricidade desde os 12 anos, influenciada pelo pai que também atua na área. "Trabalhar em uma usina sempre foi um sonho pra mim", afirma. Antes de chegar à CTG Brasil, acumulou experiências em projetos de máquinas e painéis elétricos — uma base que construiu intencionalmente para esse destino.

O que essas quatro trajetórias têm em comum é a clareza de propósito que antecedeu qualquer barreira. São profissionais que escolheram o setor elétrico antes de o setor elétrico escolher a elas. E que chegaram preparadas para o que encontrariam lá dentro: operação ininterrupta, decisões técnicas de alto impacto e a responsabilidade silenciosa de manter ligado o interruptor que o Brasil aciona todos os dias.

Na CTG Brasil, a presença feminina vem crescendo de forma consistente em funções técnicas e operacionais — um movimento que reflete tanto a ampliação de perfis quanto a atração de profissionais que, como Geicielle, Laires, Ana Beatriz e Hellen, chegam ao setor por vocação, não por acaso. Fonte: CTG Brasil - São Paulo / Jornal da Ilha - Ilha Solteira.

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